Viagem ao passado

Minha mãe, vou já – Um livro cuja escrita da Margarida Faro, leva o leitor a pensar na forma de escrever o português. Palavras que fazem parte da nossa língua, da nossa cultura mas que tão poucas vezes são utilizadas no nosso vocabulário diário. A história empolgante e cheia de meandros que Ana vai viver e reviver após a morte do seu marido. Quando esta pensa estar segura no meio de um lar com o marido, os filhos e os netos, na verdade tudo é apenas ilusão. A Morte vai bater a sua porta e deixar assim Ana, completamente perdido no tempo e no espaço.
As recordações do passado vão apoderar-se da sua mente, nomes e pessoas vão ressurgir, enquanto tenta a toda força pagar o tão temido dia, aquele em que num acidente Ana perde o marido para sempre.
As palavras que não foram expressas, aquelas que não foram confessadas, as que se amontoam no pensamento e invadem sem pedir licença a memória, e o passado atormentam desde então a vida da Ana. Nessa teia tecida por ela, Ana ainda vai ter que enfrentar os problemas e sonhos dos seus filhos e netos e com uma pitada de bom senso e vasta experiência, vai conseguir superar essas duras provas.
Um livro, diferente que nos transporta longe no tempo e das palavras, que nos faz pensar, nos faz reflectir em palavras simples que verbalizamos diariamente e que nem sempre damos valor.
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Margarida Faro
Minha Mãe, vou já
Oficina do livro, 13,90€

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A BIBLIOTECA

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(C) Vieira da Silva

Diga não ao cruel comércio da morte.