Há esperança

A morte, quem poderá falar sobre este tema tão problemático, assustador, avassalador e traumatizante? Há quem escreva sobre a morte e quem tente dar uma definição ou explicá-la sob várias formas, no entanto só melhor a descreve quem verdadeiramente passou por ela.
Sentimentos de revolta, desânimo, desespero, angústia, dor, solidão, e vazio, são apenas alguns dos adjectivos que são utilizados por todos aqueles que deram voz à pior noticia, que receberam um dia.
Aquilo que parecia ser uma vida feliz e promissora, uma nova página de um enlace encantador e desejado, ou uma nova oportunidade, transformou-se no maior pesadelo de sempre.
Página a página o leitor vai descobrir, vidas, famílias, lares que se desmoronaram em fracções de segundos. Relatos na primeira pessoa de maridos, esposas, irmãs, pais, mães e filhos que viram e viveram de perto com a morte, que lhes veio bater à porta, sem pedir licença, sem escrúpulos ou pena de deixar famílias inteiras destroçadas. Contam-nos como Deus foi a única forma de poder sobreviver à dor que apareceu um dia e nunca mais os deixou. A força que encontraram em algo que sempre acreditaram ou não ou como Deus, num abrir e fechar de olhos passou a ser o fundamento, o centro das vidas deles. Os relatos deste livro, são de pessoas conhecidas e desconhecidas com diferentes idades e não vai deixar o leitor indiferente, porque ninguém está isento de um dia a “morte” nos bater à porta!
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Inês de Barros Baptista
Morrer é só não ser visto
Edições Planeta, 15,65€

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(C) Vieira da Silva

Diga não ao cruel comércio da morte.