Diga não ao cruel comércio da morte.

Paulo Pinto | A Economia das Coisas

1-Qual a ideia que esteve na origem deste livro “A Economia das Coisas”?
R- O livro teve por base um programa de rádio intitulado “Economia das Coisas” e que foi transmitido na Rádio Renascença durante dois anos. A ideia de escrever o livro foi do editor Rui Couceiro da Contraponto depois de ter ouvido alguns. Depois foi transpor para papel uma linguagem mais coloquial da rádio.

2-Pela facilidade de leitura, o seu livro também poderia intitular-se «Economia para Tótós»?
R- Optaria mais por um título de “Economia para todos” (mas já existe). Não aprecio a palavra totós. É um livro para quem percebe de economia e para quem não percebe nada, mas gostava de perceber. É uma espécie de manual de introdução à Economia, sem ter pretensões de o ser.

3-A Economia é uma ciência abstracta e distante ou está presente diariamente nas nossas vidas?
R – Enquanto disciplina puramente académica admito que é muito abstrata e distante do dia-a-dia, mas a realidade é que há muitas teorias e conceitos que estão presentes nas coisas mais triviais que fazemos, como por exemplo, uma ida ao supermercado ou a hora mais “eficiente” para sair de casa, no sentido de otimizar o tempo e minimizar o gasto de recursos. Ou, entrando num campo mais técnico, qual a melhor decisão para o meu dinheiro? Investir ou poupar? Todas estas alternativas ou escolhas podem ser resumidas a meia dúzia de equações que, em princípio, nos dão a melhor opção possível entre milhares de soluções.
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Paulo Pinto
Economia das Coisas
Contraponto  15,50€