Francisco Ramalheira: “Quis percorrer os caminhos sinuosos dos thrillers”

1-O que representa no contexto da sua obra literária o romance “O Último Espião do Reich”?
R-Tento sempre que os meus livros sejam diferentes uns dos outros, de forma a trazer experiências novas aos leitores. Depois de me aventurar no Romance Histórico, na Fantasia e na Ficção Cientifica/Distopia, quis percorrer os caminhos sinuosos dos thrillers. E não encontrei palco melhor do que a Segunda Guerra Mundial.
2-Qual a ideia que esteve na origem do livro?
R-Queria escrever um livro que homenageasse algumas das minhas principais referências da minha juventude. De Indiana Jones a Júlio Verne. De Blake & Mortimer a James Bond. Queria também escrever um livro com um herói diferente. Um herói improvável. Esse papel ficou para Timoteu Feio – Timi para os amigos -, um carteirista de Alfama que um dia resolveu roubar a carteira ao homem errado. E, quando deu conta, estava no meio do maior caso de espionagem da Segunda Guerra Mundial.
3-Pensando no futuro: o que está a escrever neste momento?
R-Tenho terminado um romance histórico passado na época do Estado Novo e um livro de Fantasia. Espero, um dia, poder publicá-los. Neste momento estou em fase de estudo e pesquisas, para averiguar se uma ideia que tenho tem potencial para se transformar num livro.
__________
Francisco Ramalheira
O Último Espião do Reich
Gradiva

