Ana Saragoça: “A coisa mais emocionante que fiz na vida”

1-Qual a ideia que esteve na origem deste seu novo livro “A Turista Invisível”?
R-Durante a minha viagem a solo, mantive um diário, como faço habitualmente. Não se destinava de todo a publicação. Ao saber disso, um amigo insistiu para que eu o transformasse em livro.

2-O que representou planear e, sobretudo, executar (e vivenciar) esta viagem que poderá ser comparável ao InterRail de uma jovem de 18 anos?
R-Foi a coisa mais emocionante que fiz na vida! E fi-lo de um modo completamente adolescente: impulsiva, repentista, e com imensas falhas pelo caminho. Não sei, porém, se aos 18 anos teria coragem e/ou vontade para a fazer sozinha. Continuo a achar que, para um(a) jovem, é uma viagem maravilhosa para se fazer com amigos.

3-Pensando no futuro: o que está a escrever  neste momento?
R-Estou a estruturar uma colectânea de narrativas curtas.
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Ana Saragoça
A Turista Invisível
Casa das Letras

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