Andreia C. Faria: Andar de caravela pela insónia
CRÓNICA | Rui Miguel Rocha Perverter os versos da poeta: “As minhas unhas/ como pequeninos seixos na doce podridão da terra/sempre se livram de tanger metais.” “Mas nunca soube como fere o flanco.” “As minhas mãos/pousam sobre tudo como um…
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